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Para as mães de primeira viagem, como eu, ter um site como o bebe.abril.com.br é tudo de bom. Às vezes, quando o médico me aconselha, aquelas palavras soam familiares porque já li sobre o assunto. Não que a palavra do obstetra, ou de qualquer outro especialista, e nosso contato direto com ele sejam desnecessários. A internet não substitui a medicina, nunca. Mas que nos ajuda a saber mais sobre nós e nosso corpo, isso é verdade. Na semana passada eu parecia doente, não grávida. Passei muito mal com enjôos, hipoglicemia, mal estar. Mas bastou um descanso mais prolongado, no final de semana, para eu ficar melhorzinha. Meu médico disse que algumas mulheres se adaptam melhor às mudanças que estão ocorrendo no organismo, e outra menos, mas que tudo tende a melhorar no 3º mês. Bem, meu bichinho só fará dois meses na próxima sexta, então estou rezando e pedindo a Deus coragem para passar por esta fase sem fazer muita vergonha. ![]() Ele está assim. Desde ontem percebi um relevo diferente na barriga. Ainda está muito cedo para o filhotinho aparecer, mas o útero está se dilatando. O bebê está ganhando braços e pernas e pulmões. Veja só o que diz o site bebe.abril.com.br: Seu bebê Sua gravidez Estamos felizes. Ufa! Terminei a agenda cultural do final de semana para a edição de amanhã. Confiram:
Final de semana Agenda cultural
Sexta 20h, no Teatro do Sesi — “Não existe mulher difícil”, com Marcelo Serrado 20h, no Farol – Show com Zazal, no Festival de Forró 21h, no Trianon — “Louise Valentina”, com Simone Spoladore 22h, no Farol — Show de Dominguinhos no Festival de Forró 23h, em Cardoso Moreira — Show com Rapazzola 23h30 – Show com Forró Carioca, no Festival de Forró
Sábado 12h, no Farol – Show com Catukaí, no Festival de Forró 13h30, no Farol — Show com Alécio Fagundes, no Festival de Forró 15h, no Farol – Show com Cowboys do Forró, no Festival de Forró 20h, no Cine Teatro São João — Apresentação de dança “No ritmo do corpo”, no Festival de Inverno de Cultura 21h, no Trianon — Tributo a Roberto Ribeiro, com Alex Ribeiro e Elza Soares 21h, no Farol – Forró Didoido, no Festival de Forró 23h, no Farol — Show com Banda Rastapé, no Festival de Forró 01h, no Farol – Show com Tony e Rael, no Festival de Forró 23h, em Cardoso Moreira — Show com Sorriso Maroto
Domingo 12h, no Farol – Show com Sabor de beijo, no Festival de Forró 14h, no Farol – Show com Bonde do Tempero do forró, no Festival de Forró 16h e 18h, no Trianon — “Uma professora muito maluquinha”, com texto de Ziraldo 17h, no Farol — Show com o Trio Pé de Serra 18h20, no Sest/Senat (BR 101, perto do Shopping Estrada) — Saída da carreata de São Cristóvão 18h30, no Farol – Show com Trio Forrozão, no Festival de Forró 20h, no Cine Teatro São João — Peça “Rua dos Passos”, no Festival de Inverno de Cultura 23h, em Cardoso Moreira — Show com a dupla Junior e Gustavo ![]() Loft Sustentável, de Fernanda Marques Na Folha Cas desta segunda, publicamos algumas fotos de ambientes lindo da Casa Cor São Paulo, que inspira decoradores do Brasil inteiro. Com uma combinação de ousadia, criatividade e inovação, a tradicional Casa Cor São Paulo deste ano aconteceu simultaneamente com mais três eventos: Casa Hotel, dedicado ao setor de hotelaria e turismo; Casa Kids, com tendências em decoração e arquitetura para toda a família; e o Casa Talento, em que profissionais da arte e do design expuseram seus trabalhos. As mostras aconteceram de 25 de maio a 13 de julho, no Jockey Club de São Paulo, com mais de 100 ambientes distribuídos em 56 mil m². Como tema “Sua casa, sua vida, mais sustentável e feliz”, o evento chegou a sua 24ª edição. Ao percorrer a Casa Cor, o público encontrou diversos ambientes que revelam o prazer de morar bem. A exposição foi composta por uma Casa da Família, com living, sala de jantar do guloso, suíte do casal apaixonado, quarto da jovem vaidosa, entre outros espaços; quatro Casas Temáticas: sustentável, campo, praia e piloto de automóveis; oito lofts, como o da executiva de sucesso e da artista premiada; e um apartamento do jovem milionário. Mais informações no site. Clique aqui. ![]() Studio da Jovem Senhora, de Antonio Ferreira Junior e Mario Celso Bernardes
![]() Jardim da Família, de Roberto Riscala
Então, ontem foi o primeiro ultrasom que fiz para vermos nosso bebê. O útero, aparentemente vazio há dez dias, tinha uma sementinha de 31 mm, segundo o médico. E aí eu disse: “Oi, bebê!”. Meu marido, Marcos, segurava minha mão apertado e não falou nada. Empacou. Foi muito emocionante. Nos rendemos de amores por aquela coisinha. De repente, uma freqüência de rádio e… tum, tum, tum, tum. Meu filhote já tem coração, gente! 156 batimentos por minuto. Mais rápido que o meu e o do pai. Pensei que fosse chorar na hora, mas nada. Chorei em casa, pensando que ele é tão pequenininho, nem tem opinião, nem gosto, nem entende o que é Gtalk, nem o que é jazz, nem o que é “hora de fechamento da edição”, que deixa os pais dele loucos, nada do que a gente há 10 dias vem explicando pra ele. Ele também nem precisa muito de mim, exceto a hospedagem, porque, até agora, vem se alimentando dos meus hormônios. Mas é forte feito um touro, porque vem crescendo absurdamente independente de eu deixar ou não. Fico pensando que, desde já, o meu filho não é um pedaço de mim, mas alguém independente, que um dia vai querer andar de skate ou pintar a unha de rosa, ou não vai gostar de camarão, meu primeiro desejo, e eu não vou poder impor nada, porque ele, já agora, é autônomo. Para as mães que estão nessa fase, vale uma olhadinha aqui: http://bebe.abril.com.br/periodos/index.php?fase=f2_s6 Durante os últimos anos, estive me dedicando à leitura técnica por causa do meu mestrado em Comunicação e, depois, de aulas de uma nova disciplina no curso de jornalismo da Fafic. Mas, vazia de literatura, decidi que, este ano, iria ler um romance por mês. Muito embora isso pareça pouco, creia, é mesmo: ser dona de casa, esposa, filha e irmã, trabalhar fora, fazer uma segunda faculdade e cuidar de um labradora, além de ter tempo para os amigos, é cortar um dobrado, e tudo isso acaba fazendo o relógio ficar apertado. Mas tenho perseverado. Atualmente, leio “Amor nos tempos do cólera”, de Gabriel García-Marquez, e indico aos leitores do blog. ![]() Capa do livro. “O amor nos tempos do cólera” é um romance marcante da literatura mundial. O livro de Gabriel García Márquez foi publicado em 1985. Seu autor nasceu em Magdalena em 1928 e é o mais importante escritor colombiano, tendo ganhado o Nobel de Literatura em 1982. O amor nos tempos do cólera narra a história do amor de Florentino Ariza por Fermina Daza, no início do século XIX, no Caribe. Ela, de personalidade forte, não aceita o amor de um rapaz tão dócil e sem atrativos pessoais, e acaba se casando e amando um médico que muito anos depois a deixa viúva, reacendando as esperaças de Florentino. Bom, ainda não terminei de ler, mas posso dizer que a narrativa se parece mais com uma crônica cínica e irônica da sociedade na colônia espanhola, tão elogiosa das próprias virtudes e cheia de grandeza, mas tão decadente moralmente e cheia de vícios como qualquer outra. Vale a leitura. Então, estou grávida. Tenho 32 anos e é meu primeiro filho — quatro semaninhas de vida embrionária. Mas, o que isso tem a ver com o blog? Ah, tudo: está sendo um mundo de descobertas e vou dividir as informações que eu receber com as leitoras que estejam nessa fase ou pretendem estar, afinal, o blog é informativo. De vez em quando aqui, então, terá um post temático. Descobri por exemplo, o site bebe.abril.com.br, da Editora Abril, que traz 21 aulas em vídeo para instruir as gestantes sobre esse momento tão bonitinho. O primeiro vídeo é de um ginecologista explicando os sintomas. Depois, tem um teste e, de quebra, as mamães podem imprimir o resumo da aula em PDF. Não é ótimo? Confira clicando aqui. Ah, um detalhe: nada substitui o talento: o obstetra deve acompanhar a gravidez do início, necessariamente. O meu foi acionado três meses antes, para preparar o terreno. A imagem abaixo, tão terna, me foi enviada pelo jornalista Emerson Tinoco, quando soube que a amiga dele aqui — e o amigo Marcos — tinham um bebê a caminho. ![]() Gostosinho.
Muito, muito, muito legal uma arte que está se popularizando no Japão: pintar bueiros para comunicar as tradições e a cultura local, além de prestar homenagens e contar histórias. A matéria dando conta do fato está no site da revista Criativa, que citou o livro ”Drainspotting”, do fotógrafo e cineasta Remo Camerot, “que se especializou em registrar a arte urbana pelo mundo. Divididas por cidades, as páginas mostram algumas das tampas de bueiro mais bonitas do mundo pintadas seja por uma iniciativa individual ou das prefeituras locais”. Não é um barato? Fica a dica para os nossos.
Ditado por Sayuri Nitta ao escritor Arthur Golden, o livro, um épico romântico, é uma lente a percorrer a intimidade das artistas do Japão. O Folha Letras de sexta-feira fez uma leitura da obra. ![]() Título em inglês. Já com idade avançada, ao narrar sua vida para o escritor Arthur Golden, Sayuri Nitta reconhece no ato uma maneira de ter de volta a sua vida, a vida que deixou no Japão antes da Segunda Guerra Mundial, quando foi a mais aclamada de Kyoto. De fato, a biografia é um gênero que privilegia não apenas a rememoração como também a eternização de experiências que, para a maioria das pessoas, passará ao largo da existência. Como as das gueixas, que a contemporaneidade só conhece de ouvir dizer ou representar, porque nenhuma delas, realmente, existe mais, com aquela essência encontrada no distrito de Gion nos anos 30. “Memórias de uma gueixa”, livro escrito por Golden a partir de depoimentos de Sayuri e editado pela Imago com tradução de Lya Luft em 2006, nesse sentido, é um documento. Ao contar a vida da menina nascida em uma vila de pescadores que, depois de vendida para um okiya, enfrenta dias duros até que sua sorte muda, como uma oração atendida, e se torna uma gueixa bem-sucedida, mostra ao mundo os bastidores de uma cultura que é ignorada pela maioria das pessoas nesses tempos e espaços ocidentalizados. O filme produzido pela Amblin, empresa de Spielberg, e dirigido por Rob Marshall, apesar das polêmicas envolvendo o elenco e à redução da história original, colaborou com a extensão desses conhecimentos e completou com gla-mourosas cenas o imaginário daqueles que se interessam por esse mundo feminino cercado de mistério. O livro, porém, não sustenta o segredo — é, antes de tudo, revelador da vida íntima das gueixas, como um véu que se descerra. Através da voz em primeira pessoa de Sayuri, que se relaciona, em uma narrativa dinâmica, interessante e repleta de figuras de linguagem, notadamente a metáfora, o leitor é levado a conhecer a maneira de essas artistas pensarem, sua rotina, seus medos, seu jeito de lidar com a concorrência e com os amores e sua dedicação à dança e à cerimônia do chá, bem como o ritual de produção para as festas a que frequentam sempre. Para quem busca detalhes sobre os esquemas de sedução dessas figuras singulares, o livro também é esclarecedor, muito embora sutil, já que não se trata de um manual, mas das confissões de uma mulher lendária que lidava com as técnicas ancestrais e com seu poder de encantamento de modo tão natural que de modo algum estes pareciam um artifício, antes a sua própria natureza. Repleto de diálogos, que dão agilidade à trama, e minúcias sobre aquele período histórico no Japão, “Memórias de uma gueixa” não teme pelas verdades, uma vez que trata de um mundo cujas colunas já sucumbiram aos novos tempos e sustentam, hoje, apenas uma lembrança. Desde que um fotógrafo da Folha da Manhã cedeu algumas fotos tiradas de um amontoados de livros no Arquivo Público para serem publicadas em blogs da Folha Online, a Folha Dois, interessada na pauta, se empenhou em descobrir os motivos de tantas obras estarem relegadas a uma sala como se fosse lixo. Naturalmente, a imagem provocou indignação entre blogueiros e público, mas, enfim, hoje, conseguimos uma primeira explicação: seriam livros tomados por cupins, que chegaram ao Arquivo por diversas vias, sem condições de recuperação, e que dependem da burocracia para irem para a reciclagem — pois esse seria o destino último delas. De qualquer forma, uma pena. O diretor do Arquivo Público, Carlos Freitas, deu entrevista exclusiva à Folha Dois hoje, por telefone, e a matéria completa será publicada na edição de quarta-feira, que já está em andamento. ![]() Trio amoroso.
Toda semana, aqui na Folha Dois, fazemos matérias sobre os lançamentos do cinema. É um trabalho muito agradável, tanto porque conhecemos de antemão as novidades quanto por escolhermos o desenho das páginas e as fotos que serão usadas para informar o leitor. Geralmente tais matérias saem na sexta-feira, mas esta semana será diferente, porque “Eclipse” terá lançamento mundial na quarta. Aqui segue uma prévia para os fãs da série: na continuação de “Lua Nova”, Bella Swan precisa enfrentar as consequências de ser amiga do lobisomem Jacob Black e namorada do vampiro Edward Cullen. Ao mesmo tempo, a moça se vê aterrorizada por uma misteriosa onda de assassinatos em Seattle e o fato de estar sendo perseguida por uma maligna vampira. Baseado no terceiro livro da série iniciada em “Crepúsculo” (dados do site Cinema em Cena, nosso parceiro de aventura jornalística).
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