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Pudim tenta junto ao governo dar autonomia financeira à Uenf

Gilberto Gomes, represetante dos estudantes, Geraldo Pudim, o reitor Luis Passoni e o deputado Comte Bittencourt, presidente da comissão de Educação da Alerj (foto de Tércio Teixeira - Folha da Manhã)

Na audiência pública de hoje: Gilberto Gomes, representante dos estudantes; Geraldo Pudim, o reitor Luis Passoni e o deputado Comte Bittencourt, presidente da comissão de Educação da Alerj (foto de Tércio Teixeira – Folha da Manhã)

 

Ofertar independência financeira à Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), para que ela não dependa exclusivamente dos repasses do governo estadual. Foi o que o primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Geraldo Pudim (PMDB), disse estar tentando junto ao Executivo fluminense. O deputado participou na manhã de hoje (02/05) da audiência pública da manhã desta segunda-feira  (02/05), para tratar da grave crise financeira pela qual passa a Uenf:

— Uma das medidas que encaminhei ao governador, através de indicação legislativa, foi um anteprojeto que lança bases para um projeto de lei que confere independência financeira à Uenf. Na mesma indicação peço que o Executivo encaminhe a proposta para Alerj, visto que, por força da Constituição, um deputado não pode formalmente apresentar um projeto desta natureza. Todas as minhas emendas ao orçamento direcionei a Uenf. Foram 10 milhões de reais que necessitam ser executados pelo governo estadual — explicou Pudim

Desde 2015 a instituição vem sofrendo com a queda nos repasses do Governo do Estado para as universidades públicas. De acordo com dados apresentados na reunião no ano de 2015, a Uenf não chegou a executar 40% do orçamento previsto para investimentos. Em 2016 com agravamento da recessão pela qual passa o Brasil, o Executivo estadual deixou de executar até mesmo os repasses referentes ao custeio da instituição, o que arrastou a universidade para uma rotina de greve e manifestações. Atualmente professores estão sem receber seus salários, terceirizados sem receber e alunos de graduação e pós-graduação estão sem suas bolsas. No caso dos alunos, os que mais têm sofrido são os cotistas que, em muito dos casos, dependem dos repasses para se manterem durante a formação.

Pudim acredita que as soluções devem ser pensadas para ter efeitos de curto, médio e longo prazo. De acordo com parlamentar a prioridade é resolver o problema dos salários, bolsas e o custeio da universidade:

— A Uenf já sofreu um duro corte em seu orçamento 2015 para 2016. Algo em torno de 46%. Mesmo com orçamento menor o governo do estado ainda encontra dificuldades para fazer o repasse do orçamento aprovado para 2016.

 

Com informações da assessoria do deputado

 

 

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Artigo do domingo — Campos e Quissamã perdem oportunidade histórica

Obras abandoadas onde deveria começar o futuro da região (foto de Tércio Teixeira - Folha da Manhã)

Obras abandoadas onde deveria começar o futuro da região (foto de Tércio Teixeira – Folha da Manhã)

 

 

 

Haroldo Carneiro

Haroldo Carneiro

Por Haroldo Carneiro da Silva (*)

 

É com profunda tristeza que neste mês de abril, consolidou-se uma grande perda de oportunidade que marcará para sempre a história de Campos, e, por consequência, também a de Quissamã. Vemos a notícia que a Edson Chouest, uma das duas primeiras empresas âncoras que iriam se instalar no Complexo Logístico e Industrial de Barra do Furado, de Campos e São João da Barra, conseguiu a licença de operação e licença de Navegação da Antaq, começando a operação da sua base de apoio offshore neste mês de abril no Porto do Açu, em São João da Barra.

A Chouest chegou a assinar um Termo de Compromisso com Campos e Quissamã, para montar a sua base em Barra do Furado. Em função do atraso das obras, optou pelo Açú.

É muito frustante vermos que durante seis anos do governo de Armando Cunha Carneiro da Silva, entre 2006 e 2012, com toda instabilidade política de Campos, que teve seis prefeitos neste período, com muita habilidade, nós conseguimos fazer o projeto, aprovar a licença ambiental, atrair cinco empresas de grande porte (uma delas era a Chouest), conseguir R$ 70 milhões com os Governos Federal e Estadual, licitar, iniciar a obra e, para nosso desgosto, ver tudo parar em 2013.

Em 2006, quando Campos estava às voltas com a eleição extemporânea do sucessor do prefeito cassado, Carlos Alberto Campista, sob a liderança do prefeito de Quissamã, Armando, nós conseguimos, com apoio do secretário de Energia e Petróleo do Estado do Rio, Wagner Victer, juntos articular duas empresas âncoras para se instalar no que seria o Complexo Logístico e Industrial de Barra do Furado.

Passado as eleições de Campos, com apoio do Estado, o prefeito Mocaiber se integrou no projeto de Barra do Furado. Em julho de 2006, com pompa e circunstância, a governadora Rosinha Garotinho, junto com os prefeitos Mocaiber e Armando, lançou a pedra fundamental de Barra do Furado, junto com 2 empresas âncoras: Acker Promar, estaleiro norueguês que se instalaria em Quissamã, e Edson Chouest, base de apoio offshore americana, uma das maiores do mundo, que se instalaria em Campos.

A partir daí, começou-se uma corrida contra o tempo para se conseguir o projeto para viabilizar a navegação na foz do Canal das Flexas, licença ambiental, estudos de impactos sociais das obras, feito pela UFF, convênios com o Estado e o Governo Federal, para viabilizar recursos para obras. Enfim, uma séria de ações para implantar o Complexo.

Na ocasião a Prefeitura de Campos prometeu a Chouest um terreno para a empresa se instalar. A empresa americana chegou a investir mais de R$ 200 mil reais na licença ambiental do terreno, que não foi viabilizado pela Prefeitura de Campos. Com isso, essa grande empresa, que tem cerca de 70 navios offshore no Brasil e 130 nos EUA, desistiu do projeto, e, somado ao atraso das obras, foi para o Açu.

Por seu lado, Quissamã viabilizou de forma gratuita o terreno para a STX, antiga Acker Promar.

O que mais impressiona é que Campos parece não ter se apercebido da grande oportunidade que é o Complexo, em termos de emprego e desenvolvimento, escalando sempre secretários sem apoio para tocar o projeto, e não dedicando a atenção devida a um projeto que poderá ainda mudar a história econômica da nossa região.

Acabei de conversar com o presidente da Chouest no Brasil, que me informou que o contrato com a Petrobras no Açu é por 30 anos. Isso era para ter sido em Barra do Furado. A falta de competência dos atuais governos, fez com que Quissamã e Campos perdessem uma grande oportunidade.

Mas nem tudo está perdido. Barra do Furado tem licença ambiental e projeto. Com vontade política, pode atrair bons empreendimentos, já que tem uma localização privilegiada. Apesar da crise atual, no médio prazo, a atividade do petróleo tende a se soerguer, e, viabilizar a vinda de outros empreendimentos; além da pesca, que sempre será uma atividade importante para a região.

O caminho do futuro, diante ao oceano comum de oportunidades, está apontado. A Campos e Quissamã basta a disposição de navegá-lo juntos.

 

(*) Empresário e consultor de Políticas Públicas de Desenvolvimento Econômico do Sebrae

 

Publicado hoje (01/05) na Folha da Manhã e, antes de pequenas alterações, aqui, no blog “Ponto de vista”, do Christiano Abreu Barbosa

 

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Fabio Bottrel — Meritocracia Narrativa

Marionette Y. Koval

Marionette Y. Koval

 

 

Ainda era noite quando Jeremias fez sinal, ouviu o ruído da ferrugem tilintar diante de si, esperou a poeira de terra suja cobrir a sua vista, impregnar suas narinas e colorir o mato alto de bege, era o primeiro dos ônibus quepegaria para ganhar seu pão. Sentiu a lataria tremer ao pisar, passou seu cartão ao entrar, sentou e foi a galopar para a cidade.

— Ninguém disse que seria fácil! — Disse esse narrador para o personagem.

— Fí do cabrunco, por que me criastes pobre do mato, com as calças de carrapato, trotando que nem cavalo nessa gerigonça?!

— Meritocracia narrativa, Jeremias.

— Mas me escrevestes catando latinha desde criança, fui menino bom, ajudei minha família, tentei estudar, mas minha mãe teve menina, tive que catar mais latinha. Que raios de meritocracia é essa que uns já nascem jantando enquanto nóis inda nem tomou café da manhã? Depois vem cobrar o almoço que nóis num teve nem arroz pra fazer.  Olha os calos na minha mão, seu narrador, sou gente trabaiadora, faz isso comigo não, milhora pelo menos essa coisa sobre rodas, esse troço é tão ruim que minha bunda inté sente saudade das palmadas que papai dava.

— Não dá, Jeremias. Se te escrevesse num mundo onde todos têm oportunidades perderia verossimilhança. Estamos perdendo agora mesmo, você tem de acreditar ser feliz com o cartão que acabou de passar, com o cheque que eu vou te dar e o emprego de salário mínimo foi Deus que ajudou a encontrar. Não dá para todo mundo ser feliz de verdade!

— Mas eu já sei que isso num é bão, homi!

— Então terei de refazê-lo, Jeremias, você não deu certo nesse sistema narrativo, tenho de rever a ignorância na sua construção, vai sofrer muito sem ela.

— Cê é muito ruim, fí de porco espim, deixa eu seguir assim.

— Está bem, continuemos a história…

Ao descer no centro de Campos dos Goytacazes Jeremias viu o aglutinado diário de pessoas como um formigueiro desorientado, uma esbarrando na outra, correndo buscar seu pão tal como ele. Ergueu o rosto para o céu, encheu seus pulmões com o ar poluído das vans, carros, ônibus e motos compondo com as suas buzinas nervosas uma estridente sinfonia desafinada, a qual Jeremias já se acostumara. Ajeitou seu tênis enfiando a ponta do dedo entre a meia e o pano rasgado do calçado, pois sabia o longo trajeto pela frente até chegar suado com as pernas tremendo nas longas escadas de seu trabalho…

— Ah, vai prus infernos, lamparão! Já peguei três ônibus com a bunda que nem uma paçoca e agora vou ter di andar isso tudo?! Mas nem por diacho! Fico aqui e num continuo essa história disgraçada!

— Está bem, Jeremias…

Ajeitou seu tênis enfiando a ponta do dedo entre a meia e o pano rasgado do calçado, pois sabia o longo trajeto que teria pela frente se não fosse uma boa alma montada em um fusca branco milagrosamente parar em frente ao ponto de ônibus e lhe perguntar como chegar à Praça do Liceu, estava perdida e não sabia como se encontrar. Jeremias, prestativo que é, se animou com a coincidência, trabalhava logo em frente e de pronto montou no fusca branco para guiar a alma perdida.

Sua bunda quicava ainda mais com uma mola solta…

— Óia, lamparão…

Quicava, mas era quase imperceptível… logo chegou ao seu destino. As nuvens pintavam o sol de rosa atrás das montanhas do Imbé e compunham uma obra magnífica ao iluminar a réplica autêntica do Parthenon, símbolo duradouro da Grécia e da democracia, com toda a sua imponência nas longas escadas, um dos maiores monumentos culturais da humanidade. Essa era a casa onde as pessoas representavam Jeremias.

— Seu narrador, um minuto… Há pouco tempo, logo ali no início, o sinhô disse que eu tinha di me estrupiar todo assim por cadi verossimilhança, e que disgraça é essa de quem me representa tá num negócio todo firuloso desse enquanto eu to lá no mato?! Você tá me estrupiando todo pra essa história num fazer sentido nenhum, demonho!

— Jeremias, as pessoas que estão lendo essa história vivem num mundo com um conceito distorcido de realidade, se eu for justo demais algumas coisas perdem o sentido. Permita-me continuar, por favor…

Caminhou até uma pequena sala onde ficavam suas ferramentas de trabalho, colocou seu uniforme, pegou vassoura e balde com sabão para limpar toda a sujeira daquela casa. Enquanto passava pano no chão de uma das salas junto com Sônia, sentia o cheiro forte da colônia, disfarçava e admirava suas curvas quando ela virava as costas.

— Ô Sônia, por que nóis estamos fazendo tudo trocado hoje, limpando coisa que era pra limpar depois?

— É que os que representam a gente acham que oito e meia não é hora d’eles trabalharem aqui, não. Hora de gente como aquela gente trabalhar é dez e meia.

— Uai, mai já são dez e meia, eles num tão aqui cadiquê?

— É que como tava marcado pra oito e meia, aí eles num vem.

— Coitados, eles devem ditá sofrendo com o salário igual nóis…

— Tá nada, recebe dez mil cada um!

— Uai! Mai isso é uma furtuna perto dinóis que estamos aqui! Eles devem de tá trabalhando muito mai que nóis então.

— Tá nada, dois dias da semana só!

— Mai cadiquê isso?! Essa história tá sem pé e nem cabeça!Sônia, me dá uma licencinha que eu vou dar um jeito nisso…

Jeremias larga seu material de limpeza e caminha a passos furiosos para um pequeno cômodo localizado após um grande salão, escutava o eco de suas passadas fortes enquanto certificava-se de estar sozinho pelos ambientes em que passava. Trancou a porta, a escuridão cobria sua respiração ofegante e a perna dando tremeliques. Grita para esse narrador:

— Cêtá doido, homi?! Donde já si viu personagem ter d’insinar autor a escrever?! Pois é isso que vai acontecer aqui! Como é que o sinhô bota gente que não é como a gente para representar a gente sem antes ambientar essa situação doida inté di pensar? Essa história num vai fazer sintido pra leitor ninhum!

— Jeremias, a verossimilhança é construída através da aproximação dos dois mundos, e no meu isso é algo que faz sentido.

— Isso faz sintido?

— Não é que faz sentido… as pessoas do meu mundo entendem…

— Entendem? Assim… do nada?

— Não é do nada… são mazelas de uma história de mais de 500 anos.

— Mas então… qualquer mundo que o sinhô criar pra mim vem como parâmetro esse torto seu?

— Pois é… Há certos princípios em relação ao sacrifício necessários ter em você para a construção da empatia, assim o leitor se enxerga em algumas virtudes suas e as utiliza como um álibi para não tomar a existência dele própria como vã. A arte existe porque a vida não basta, lembra-me Ferreira Gullar, um grande pensador que você não terá a oportunidade de conhecer. As pessoas do meu mundo distinguem a felicidade por conhecerem o sofrimento, terei de te humanizar em qualquer mundo que eu crie, independente da forma física dele e sua.

— Seu narrador, o sinhô mi disculpa, mai eu num tenho culpa do mundo do sinhô tá assim não, eu mereço um mundo mió. Se for pra ficar nessa estrupiação toda eu prefiro num existir.

— Tem razão, Jeremias. Você merece um mundo melhor…

— Seu narrador, o sinhô mi disculpa mais uma vez,num me fizestes com muito conhecimento, mai não é difíci di perceber que se o mundo do sinhô tá esquisito assim, o leitor veio aqui pra fugir e o sinhô escrevendo isso só piora a coisa…

Jeremias esperou que eu respondesse, ele não conseguia enxergar seu corpo no escuro, no meiodo silêncio escutava uma goteira cair lentamente enquanto sentia seus dedos enrolando a ponta da camisa como uma criança envergonhada prestes a pedir desculpas.

— Seu narrador, o sinhô deixa eu deixar de existir?

Enquanto uma lágrima caía ele me esperava impaciente…

— Deixa?

— Deix

— Dei

— De

— D

 

Essa é uma história fictícia e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

 

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Feijó na comissão das Minas e Energias projeta região no governo Temer

Paulo Feijó (foto: divulgação)

Paulo Feijó (foto: divulgação)

 

 

Num momento em que Campos e os municípios produtores e limítrofes do Norte e Noroeste Fluminense amargam repasses de royalties do petróleo cada vez menores, um representante político com base eleitoral pulverizada nessas regiões deve assumir na próxima terça (03/04) a comissão de Minas e Energia da Câmara Federal. Cacifado após votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), enquanto o vice Michel Temer (PMDB) conta os dias para assumir a presidência da República, o deputado Federal Paulo Feijó (PR) foi indicado por seu partido, entre os 40 parlamentares da bancada, para assumir a comissão.

O fato de ter resistido à pressão do presidente estadual do PR, Anthony Garotinho, para não comparecer à votação ou votar contra o impeachment reforçou Feijó não só com o novo governo federal que se avizinha, como dentro do próprio PR. Depois de, segundo a mídia nacional, ter forçado a filha (aqui e aqui) e deputada federal Clarissa Garotinho (PR) a tirar licença maternidade e se ausentar na votação do impeachment, Garotinho tentou fazer o mesmo (aqui) com Feijó. Neste sentido, o político da Lapa chegou a plantar uma nota (aqui) junto ao jornalista carioca Fernando Molica, de O Dia, dando conta de que Feijó havia mudado o voto, obrigando o deputado a exigir a retificação da informação.

No final, a aprovação do impeachment na Câmara, na bancada do PR, teve 26 votos a favor, 10 contra, três abstenções e uma ausência (de Clarissa). Fortalecido pela atitude pessoal em favor do resultado nacional que enfraqueceu ainda mais Garotinho dentro do PR, Feijó agora assumirá pelo partido a comissão de Minas e Energia:

— É uma comissão muito importante. O impeachment da presidente Dilma no Senado, no dia 11, é praticamente irreversível. Quando Temer assumir, vou aproveitar meu bom trânsito com o Moreira Franco (PMDB, ex-governador do Rio e cotado para ser ministro no novo governo) para tentar ajudar a resgatar essa atividade que, mesmo com a queda no preço do barril de petróleo, ainda é de longe a principal para a economia da nossa região.

 

Página 2 da edição de hoje (29/04) da Folha

Página 2 da edição de hoje (29/04) da Folha

 

 

Publicado na edição de hoje (20/04) da Folha da Manhã

 

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E num município distante, muito distante daqui…

E num município distante, muito distante daqui? Como terá sido?

Para ter uma vaga ideia, clique no print e leia a matéria:

 

 

Fausto Macedo

(Clique na imagem e leia a matéria)

 

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Feijó na comissão de Minas e Energia da Câmara Federal

Paulo Feijó (foto de Héllen Souza - Folha da Manhã)

Paulo Feijó (foto de Héllen Souza – Folha da Manhã)

 

Cacifado com a iminência da assunção do vice Michel Temer à presidência da República, está tudo acertado para que o deputado federal Paulo Feijó (PR), que votou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), assuma na próxima terça (03/05) a presidência da comissão de Minas e Energia da Câmara. A indicação cabe ao seu partido, PR, cuja bancada tem 40 deputados.

 

Leia a íntegra da matéria na edição de amanhã (29/04) da Folha da Manhã

 

 

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Juíza Elizabeth Longobardi assume 2º Juizado Criminal de Campos

Solenidade de remoção hoje no TJ-RJ (foto de Luiz Henrique Vincent - Assessoria)

Solenidade de remoção hoje no TJ-RJ (foto de Luiz Henrique Vincent – Assessoria)

 

 

A juíza Elizabeth Franco Longobardi, que vinha acumulando o 2º Juizado Especial Cível e a 4ª Vara Cível da comarca goitacá, assumiu hoje no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) o 2º Juizado Criminal de Campos. O presidente do TJ, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho presidiu a solenidade de remoção — quando um juiz deixa a titularidade de uma vara para outra — definida em sessão do Órgão Especial desde o dia 18 de abril.

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, presidiu hoje a solenidade de posse de remoção de juízes. Além de Elizabeth, outros 11 juízes foram removidos. Diante deles, o presidente do TJ disse:

— Sabemos que o país vive momentos de dificuldade. Instabilidade política, social e econômica, que agrava de forma mais ferrenha aqui no Rio. É nesse momento de crise que o Judiciário avulta seu protagonismo, acentua sua responsabilidade. Uma solenidade como essa serve para renovar o compromisso de bem-estar à jurisdição. Não existe ordenamento jurídico sem um Judiciário íntegro, autônomo e vigilante, que faz valer os direitos fundamentais da cidadania brasileira.

 

Com informações da assessoria do TJ-RJ

 

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Auditoria

CHARGE 28-04-2016

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Alerj aprova indicação de Bruno Dauaire pelas Guardas Municipais

Bruno Dauaire nas escadarias do Palácio Tiradentes, junto a outros deputados e representantes das Guardas Civis Municipais (foto: divulgação)

Bruno Dauaire nas escadarias do Palácio Tiradentes, junto a outros deputados e representantes das Guardas Civis Municipais (foto: divulgação)

 

 

Por Júlia Maria de Assis (*)

 

Diante de um plenário lotado, o deputado estadual Bruno Dauaire (PR) presidiu nesta quinta-feira a audiência publica realizada pela Comissão de Segurança Pública da Alerj, que contou com a presença maciça de guardas municipais de quase todos os municípios do Estado e de autoridades de Feira de Santana e Salvador (BA), Anchieta e Vila Velha (ES) e Paranaguá (PR).

Entre os participantes, Ricardo Balistreli, ex-secretário nacional de Segurança Publica e criador do Pronasci, e o prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda, reconheceram, em suas palestras, o momento histórico que o Estado atravessa na luta pela estruturação de suas guardas civis municipais.

Durante a audiência pública, foi aprovada a indicação legislativa proposta por Bruno Dauaire, em co-autoria com os deputados Ana Paula Rechuan (PMDB), Flávio Bolsonaro (PSC), Tânia Rodrigues (PDT), Martha Rocha (PDT), Jorge Felippe Neto (DEM) e Marcia Jeovani (PR), que objetiva incluir as Guardas Civis Municipais do Estado do Rio no programa das Regiões Integradas de Segurança Pública (RISPs), tratando a força municipal como um importante elemento das políticas de segurança pública do Estado.

— É um momento histórico no avanço para darmos mais segurança à população acuada pelo medo da violência. A estruturação da Guarda é a esperança de municípios mais seguros — defendeu Bruno.

 

(*) Assessoria

 

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Tremedeira — Quando a República do Paraná e do Chuvisco se encontram

Na noite de ontem, o jornalista e empresário Esdras Pereira lançou com grande sucesso, na Femac Móveis, seu romance “Cicatrizes na parede”, bastante elogiado por quem já leu. Mas hoje, sua coluna da Folha impactou mais pela imagem do que pelas palavras.

Confira e julgue por contra própria quem poderia reagir com tremedeira e insônia diante da foto dos juízes Sérgio Moro (aqui e aqui), de Curitiba, e Ralphe Manhães, de Campos:

 

(Reprodução)

(Reprodução)

 

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