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Por Saulo Pessanha, em 05-01-2012 - 10h35
O blog dá um tempo. Sai de férias
Por Saulo Pessanha, em 04-01-2012 - 9h41
O calendário eleitoral para 2012 já está vigorando. Desde o dia 1º, segunda-feira, os institutos de pesquisa de opinião estão obrigados a registrar seus levantamentos em cartório, caso queiram divulgá-los. E a administração pública está proibida de distribuir bens, valores ou benefícios gratuitamente. A não ser em situações excepcionais.
Pesquisa de opinião, em ano eleitoral, ganha valor. É verdade que só na reta final da campanha — a chamada hora do “vamos ver” — é que elas (as pesquisas) contam, dimensionando melhor a realidade do pensamento e tendência do eleitor. Fora daí, vale mais como um instrumento para alavancar uma candidatura ou outra.
Por falar em pesquisas, a oposição em Campos já anunciou que vai contratá-las e divulgá-las. Mas pesquisa, vale citar, só tem o seu resultado tornado público caso seja do interesse de quem a encomenda. Portanto, se a oposição não divulgar as pesquisas que fizer é porque Rosinha Garotinho se mantém na dianteira.
De qualquer forma, é muito provável que tanto a oposição (leia-se Frente Democrática), como o grupo capitaneado pelo PR que tem a prefeita Rosinha buscando a reeleição, só deve encomendar pesquisas de intenção de votos após o Carnaval. É que, por ora, não há clima pró-eleição.
A propósito, ontem, em matéria do jornalista Thiago Andrade, na Folha da Manhã, o presidente do PT, Eduardo Peixoto, informou que a Frente Democrática marcou para o mês de março uma pesquisa qualitativa e quantitativa com os seus nomes para a disputa pela prefeitura.
Na mesma pesquisa, revelou Peixoto, haverá diversas avaliações, inclusive de diferentes setores do governo de Rosinha.
Por Saulo Pessanha, em 03-01-2012 - 9h40
Da série “A imprensa de Campos pelo avesso”:
Anos 1970.
A rua 7 de Setembro, entre Andradas e Ouvidor, é conhecida como a “Faixa da Tinta e do Álcool” — porque ali se localiza o jornal A Notícia (de Hervé Salgado Rodrigues) e alguns bares, como o São Jorge, que é também mercearia, e pertence aos irmãos Almir e Aland Ferreira.
Certa noite, ainda cedo, a redação aberta, Celso Cordeiro Filho, José Cunha Filho e Elmar Martins cruzam os bigodes no tradicional bar, que dificilmente fecha depois das 22 horas.
Elmar beberica o seu Royal Label, enquanto Cunha e Celso dividem uma loura gelada. Daí, Celso, que, de vez em quando, sofre ataques de asma, pega um tubinho de aerolin spray e dá três baforadas.
Deixa o tubinho na mesa e vai ao banheiro. O Elmar espicha o olho e acha que aquilo deve ser um barato — capaz de fazer a cabeça tal e qual a lança perfume argentina.
— Vou dar uma prise! — diz Elmar.
— Vai não… Isso daí pode te dar uma puta taquicardia — pondera José Cunha.
O honorável causídico pega o aerolin e vai fundo. Minutos depois está cinza e tem que ser levado para o Samdu (posto de saúde).
Por Saulo Pessanha, em 30-12-2011 - 12h41

A Autopista Fluminense, concessionária do grupo OHL que administra a BR 101 RJ/Norte, entre Niterói e a divisa com o Espírito Santo, bem que poderia acelerar as obras de duplicação da rodovia. A pista única é uma das causadoras do número grande de acidentes, sobretudo nos fins de semanas prolongados com os feriados.
Agora, no Ano-Novo, a própria Autopista Fluminense faz uma previsão de que pelo menos 100 mil carros vão circular nos dois sentidos da BR 101, entre Campos-Rio de Janeiro. No Natal, outro volume desse de veículos fez o mesmo trajeto. Épocas assim, para a concessionária, significam um faturamento extraordinário, via o pedágio.
Hoje, entre Campos-Rio, a tarifa é R$ 10.40 — R$ 2.60 em cada uma das quatro praças de pedágio. A contrapartida que a concessionária oferece é pequena. Portanto, até pelo aspecto financeiro do que lucra, a Autopista tem a obrigação de acelerar as obras de duplicação do trecho entre Macaé/Campos e Macaé/Casimiro de Abreu.
A propósito, em um artigo na Folha da Manhã, sobre a fusão RJ-GB, que, na sua avaliação, ainda não aconteceu na prática, o jornalista Aluysio Cardoso Barbosa faz referência à BR 101, no trecho que corta o Estado do Rio. Ele cita a qualidade da rodovia em outras regiões, diferentemente do quadro que apresenta no interior do RJ.
Segundo Aluysio, excetuando-se o trecho que vai até a entrada da Região dos Lagos, a BR 101, com movimento intenso, passa a ter uma pista única, “não raro cheia de buracos apesar da boa quantidade de pedágios”.
Por Saulo Pessanha, em 29-12-2011 - 11h20

No recapeamento asfáltico que está fazendo em várias ruas da cidade, a prefeitura pintou, em alguns pontos, faixas para pedestres. A sinalização assegura prioridade para a travessia. Mas só em tese. Sim, porque, na prática, se não houver um guarda municipal — presença comum e obrigatória na Rua Tenente Coronel Cardoso (foto) — é um risco. O motorista de Campos não tem a cultura de respeitar os direitos do pedestre.
É verdade que desrespeitar o pedestre, nesse item, não é, digamos, um traço só característico do campista. Afora as cidades da região Sul do país, Brasília, a capital da República, é uma das poucas onde o pedestre usa a faixa sem se expor a atropelamento.
Por Saulo Pessanha, em 28-12-2011 - 8h43

A eleição de prefeito de Niterói pode contar com um campista: Chico D´Ângelo. Ele se coloca no páreo sucessório da capital do antigo Estado do Rio de Janeiro. Disputa, no PT, a vaga com Rodrigo Neves, que também tem raízes aqui. O detalhe é que um dos dois deve enfrentar Felipe Peixoto, do PDT, cuja família, por parte de pai, é de Campos.
Chico D´Angelo representa o grupo do ex-prefeito Godofredo Pinto (também campista), que busca o apoio do prefeito Jorge Roberto Silveira, caso esse não seja candidato à reeleição. Por sinal, o que se sabe é que Chico só levará adiante a idéia de disputar a prefeitura se, de fato, Jorge Roberto declinar da busca do quarto mandato.
Na verdade, o PT de Niterói está dividido. Mesmo com o diretório nacional recomendando que cidades com mais de 150 mil habitantes tenham candidato dos quadros do partido, um grupo defende a candidatura própria e outro a aliança. Mas o presidente Anderson Pipico garante que não houve um rompimento oficial com o PDT.
Por Saulo Pessanha, em 26-12-2011 - 18h00

O Goytacaz conheceu sexta-feira (23/12) a chapa “Retomada da esperança por mais 100 anos”, encabeçada por Jomar Garcia (foto) para presidente e por Márcio Danilo Carvalho para vice. A chapa será a única no pleito de 10 de janeiro.
Referendada nas urnas, a dupla irá completar o mandato do ex-presidente José Luiz Dutra (2010-2013), que renunciou ao cargo. Diante da impossibilidade do vice Marcelo Ramalho assumir por motivo de saúde, o clube vêm sendo dirigido pelo presidente do Conselho Deliberativo, José Roberto Crespo.
Ex-atleta do clube, Jomar Garcia é empresário. Ao lado de Márcio Danilo, (que atuava como vice-presidente do Conselho), Jomar terá a missão de montar um time competitivo para a disputa que inicia-se 4 de fevereiro.
Fonte: Gustavo Rangel/assessoria de imprensa
Por Saulo Pessanha, em 26-12-2011 - 9h29

Policiais do Rio desarticularam três quadrilhas especializadas no golpe do falso seqüestro. São bandidos, presos, que, por telefone, aterrorizam vítimas. O golpe é o de sempre: chorando e fingindo ser parentes seqüestrados das vítimas das ligações, os criminosos cobram o resgate.
Um esforço da Polícia Civil e bem que a operação que fez as prisões poderia ser estendida a Campos. Esse tipo de golpe é muito aplicado aqui. Um sem número de pessoas já foi vítima de extorsões porque as ligações (de celulares) partem de bandidos presos na Casa de Custódia Dalton Castro.
Mesmo com os bandidos já cumprindo pena, é importante que eles sofram mais punições. Assim, serão condenados por esses novos crimes e não conseguirão o benefício da progressão de regime.
Por Saulo Pessanha, em 25-12-2011 - 11h44

Ontem, o programa “Ação”, da TV Globo, exibiu a segunda parte da matéria sobre a ONG Orquestrando a Vida. Destaque para a apresentação da Orquestra Mariuccia Iaccovino nos EUA, o que ensejou que, por e-mail, Maria de Lourdes Julianelli escrevesse para o blog. Ela falou de sua felicidade com o trabalho feito pelo seu ex-aluno Jony William (foto).
Morando atualmente em Resende, Julianelli disse que o Brasil está conhecendo um trabalho que sobrevive a dolorosos sobressaltos graças a muita persistência e fé em Deus. “Mais um orgulho para minha coleção como professora”. O maestro Jony foi aluno dela no Colégio Batista Fluminense.
Jullianelli recorda que Jony William, já na época que fazia o 2º Grau, promovia um festival de música evangélica. “Eu sempre fiz parte do júri. Houve edições de sucesso no Teatro de Bolso e no Clube Rio Branco. Também já fui presenteada com serenatas de seu grupo”.
Por Saulo Pessanha, em 24-12-2011 - 7h18

O MPF (Ministério Público Federal) em Campos instaurou procedimento para investigar suposta formação de milícias e a violação de direitos humanos no município de São João da Barra, onde está em construção o Porto do Açu, empreendimento do grupo EBX, do empresário Eike Batista.
Segundo o MPF, seguranças privados e policiais militares estariam atuando de forma truculenta e arbitrária na desapropriação de agricultores e pescadores do 5º distrito da cidade.
O MPF diz ainda que as denúncias recebidas dão conta de que cerca de 800 famílias que querem permanecer na região estão sofrendo diversas ameaças para deixar o local, com a presença ostensiva de policiais militares e seguranças.
Procurada, a LLX –empresa do grupo EBX responsável pelo Porto do Açu– afirmou que “possui guarda patrimonial dentro das áreas que pertencem à companhia”. Porém, a companhia ressalta que a desapropriação é conduzida pela Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro).
Já a Codin, responsável pelo processo de desapropriação, afirmou desconhecer “completamente questões relativas à atuação de milícias” em São João da Barra.
Fonte: Folha.com
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