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Assista: [Atualização] Foi divulgado, também, o pôster final do filme, que reproduz uma das mais icônicas capas da HQ da Vertigo. Confira abaixo: ![]() Crédito: Jovem Nerd [Fim da atualização] “Os perdedores” (”The losers“) narra as desventuras do grupo homônimo, formado pelo coronel Franklin Clay (Jeffrey Dean Morgan), Roque (Idris Elba), Jensen (Chris Evans), Cougar (Óscar Jaenada) e o sargento Linwood “Pooch” Porteous (Columbus Short). Traídos pela CIA, para quem prestavam trabalho sujo, os perdedores resolvem se vingar. Para isso, contarão com a ajuda da misteriosa Aisha (Zoe Saldana). O longa-metragem, dirigido por Sylvain White e escrito por Peter Berg e James Vanderbilt, adapta os quadrinhos de mesmo nome de Andy Diggle e estréia no Brasil em 23 de abril. [Via Omelete e Jovem Nerd] Confira: A emplogante peça publicitária foi divulgada após o talk-show “Jimmy Kimmel live“, no último domingo (7). Destaque para a abordagem mais detalhada de inimigos e aliados, e a revelação de detalhes da trama, que certamente se baseia na clássica saga “A guerra das armaduras”. Abaixo, três novos cartazes. ![]() Crédito: Omelete
![]() Crédito: Omelete
![]() Crédito: Omelete “Homem de Ferro 2″ (”Iron Man 2″) chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril de 2010. [Via Omelete] Assista: “Os perdedores” (”The losers“) narra as desventuras do grupo homônimo, formado pelo coronel Franklin Clay (Jeffrey Dean Morgan), Roque (Idris Elba), Jensen (Chris Evans), Cougar (Óscar Jaenada) e o sargento Linwood “Pooch” Porteous (Columbus Short). Traídos pela CIA, para quem prestavam trabalho sujo, os perdedores resolvem se vingar. Para isso, contarão com a ajuda da misteriosa Aisha (Zoe Saldana). O longa-metragem, dirigido por Sylvain White e escrito por Peter Berg e James Vanderbilt, adapta os quadrinhos de mesmo nome de Andy Diggle e estréia no Brasil em 23 de abril. Programação do CineMagic para os dias 29/01 a 04/02. Sala 1: “O fim da escuridão” — 15h, 17h10, 19h30, 21h50; legendado; 14 anos Responsável por lançar filmes como “Cães de aluguel” (”Reservoir dogs“, 1992) e “Pulp fiction: Tempo de violência” (”Pulp fiction“, 1994), primeiros longa-metragens do cineasta Quentin Tarantino, o estúdio Miramax — criado Bob e Harvey Weinstein em 1979 e adquirido pela Walt Disney em 1993 — encerrou suas atividades hoje. Entretanto, a distribuidora de filmes independentes e de arte deve seguir como uma marca, segundo a proprietária. De acordo com o jornal New York Times, os escritórios da empresa em Los Angeles e Nova York foram fechados e 80 funcionários do estúdio foram demitidos. A Disney afirma, entretanto, que transferiu 20 ex-funcionários da Miramax para seu escritório em Burbank, na Califórnia. A empresa confirmou, também, que os seis últimos filmes adquiridos pelo estúdio serão distribuídos até 2011, incluindo “The baster” e “The debt“, que entram em cartaz no segundo semestre deste ano. Programação do CineMagic para os dias 22/01 a 28/01. Sala 1: “Avatar” — 15h20, 18h30, 21h40; legendado; 12 anos
Para permanecer apenas entre os ícones britânicos, os que interessam imediatamente à presente análise, o movimento se insinuou com a chegada de “Rei Arthur” (“King Arthur”, 2004) às salas de cinema, se cristalizou com o lançamento de “007: Cassino Royale” (“Casino Royale”, 2006) e se reforça, agora, com a estréia de “Sherlock Holmes” (Idem, 2009) — sem deixar de lado, claro, o já anunciado “Robin Hood” (Idem), de Ridley Scott, que, programado para estrear em 14 de maio próximo, fechará o panteão de grandes heróis da terra da Rainha. Dirigido pelo cineasta estadunidense Antoine Fuqua, “Rei Athur” causou controvérsia ao ser propagandeado como “a verdadeira história por traz da lenda”. Afirmando basear-se em achados arqueológicos recentes, o roteirista David Franzoni transformou Arthur em Artorius Castus, oficial de cavalaria de ascendência romana e celta. Não tendo a competência do escritor Bernard Cornwell para lidar com a proposta, o filme naufragou em um mar de imprecisões, vejam só, históricas, anacronismos e péssimas interpretações do elenco de apoio. Apenas mais um épico de segunda. Já “007: Cassino Royale”, ressuscitou o agente britânico após os péssimos 19º e 20º episódios da franquia. Deixando de lado os vilões unidimensionais e o rol de parafernálias impossíveis, o filme — dirigido por Martin Campbell, que retornou ao personagem após “007 contra GoldenEye” (“GoldenEye”, 2005), e escrito por Robert Wade, Neal Purvis e Paul Haggis — apostou em temas atuais, como o terrorismo e a busca desenfreada por lucros, bem como em um Bond egocêntrico e falho. O resultado: um dos melhores filmes da cinessérie, senão o melhor. Chegamos, então, a “Sherlock Holmes”. A fim de cumprir o propósito de apresentar o maior detetive da ficção a um público que certamente jamais ouviu falar de Basil Rathbone, Jeremy Brett ou mesmo Sir Arthur Conan Doyle, o criador do personagem, a Warner Bros. escalou o cineasta inglês Guy Ritchie. Diretor de “Jogos, trapaças e dois canos fumegantes” (“Lock, stock and two smoking barrels”, 1998), “Snatch: Porcos e diamantes” (“Snatch”, 2000) e, mais recentemente, “RocknRolla: A grande roubada” (“RocknRolla”, 2008), Ritchie dedicou sua filmografia a arrancar a capa de civilidade que cobre Londres, capital de seu país natal, e expor as entranhas da cidade, habitada por gângsteres russos, comerciantes de jóias roubadas, jogadores compulsivos e lutadores de boxe amador, além, claro, de traficantes e ladrões pés-de-chinelo. Currículo bastante apropriado para emprestar ao filme o tão sonhado realismo hollywoodiano. E, para tanto, bastou deslocar a visão da Londres das décadas de 1990 e 2000 para a do final do século XIX. Baseado em uma graphic novel inédita de Lionel Wigram, o roteiro de Michael Robert Johnson, Anthony Peckham and Simon Kinberg opta acertadamente por evitar uma história de origem e coloca os já velhos conhecidos Sherlock Holmes (Robert Downey Jr.) e Dr. John Watson (Jude Law) em ação, literalmente. A dupla, junto do inspetor Lestrade (Eddie Marsan), da Scotland Yard, frustra um ritual satânico e impede que seu condutor, Lord Blackwood (Mark Strong), cometa um novo sacrifício. Meses depois, Blackwood é acusado de feitiçaria e recebe pena capital. Antes de ser enforcado, entretanto, eventos misteriosos começam a cercar sua figura e a fama de filho do demônio apenas cresce quando o coveiro do cemitério onde fora enterrado apresenta às autoridades seu túmulo destruído e o caixão ocupado por um desconhecido. O mistério, reforçado pela dúvida do sobrenatural, arranca Holmes de sua apatia e o atira em uma trama que o levará a encontrar uma antiga companheira, Irene Adler (Rachel McAdams), e encarar a tentativa de casamento de Watson com a jovem Mary Morstan (Kelly Reilly), o que, invariavelmente, traria a dissolução da dupla. Descartando as convenções, o roteiro aposta em características menos conhecida dos personagens. Não espere, portanto, a capa de tweed, o boné de caçador, o cachimbo curvo e a clássica assertiva “elementar, meu caro Watson”. O trio de escritores traz de volta o talento marcial de Holmes, que, segundo Doyle, era perito em boxe, baritsu, uma espécie de luta de bastões, e esgrima. Suas capacidades quase sobrenaturais de observação e dedução são empregadas, agora, também, na análise dos oponentes, a quem, em uma idéia digna de aplausos, incapacita com golpes precisos após criteriosa apreciação dos movimentos, em um verdadeiro xadrez de violência. Prevalece, ainda, seus aspectos anti-sociais. O quarto do detetive, no famoso número 221 da Rua Baker, mais parece um depósito de coisas inúteis e sua tendência à depressão e ao isolamento quando não está trabalhando em um novo caso tornam-no uma figura vista como excêntrica mesmo por sua empregada. A referência ao vício do personagem em cocaína aparece em discretas e displicentes fungadas. Watson, por sua vez, ganha pensamento mais prático e um temperamento belicoso, algo natural para um veterano dos campos de batalha, visto que o bom doutor participou da segunda guerra britânica no Afeganistão. Seu próprio raciocínio está mais veloz do que nunca e suas próprias deduções chegam a arrancar elogios do companheiro. Metódico e organizado, entra em atrito constante com Holmes, a quem serve não apenas como auxiliar, imagem com que fora retratado até então, mas como companheiro eficiente e elo com o mundo exterior e com as conveniências sociais. As faladas concessões ao conceito de realidade, aparecem aqui em um inusitado e bem sucedido flerte com o steampunk, gênero de ficção científica que, nascido nas páginas de escritores como Júlio Verne, se baseia em uma estrapolação dos usos da tecnologia a vapor e das possibilidades da ciência. Em “Sherlock Holmes”, não há vapor, mas há eletricidade empregada com igual uso fantástico, bem como misturas químicas que mais parecem fruto de alquimia. No quesito técnico, destacam-se as atuações dos protagonistas, que emprestam carisma aos personagens e garantem eficiência aos momentos de humor da história, embora Downey Jr. tenha optado por dar a Holmes uma caracterização bastante semelhante a que ofereceu a Tony Stark, de “Homem de ferro” (“Iron man”, 2008), o que, se garante o mesmo charme a um personagem cuja arrogância e prepotência tornariam desprezível, levanta dúvidas a respeito do empenho em criar, de fato, Holmes. Dignos de nota, também, são os figurinos de Jenny Beavan e a fotografia de Philippe Rousselot. Abusando do contraste, Rousselot confere uma atmosfera sombria a Londres e ajuda a reforçar o clima insalubre da cidade. Em relação à direção, entretanto, a quem já conhece a obra de Ritchie, é possível notar que algo mudou tão logo o longa-metragem tem início. Os cacoetes do diretor estão todos lá, das figuras bizarras do submundo londrino aos homens suarentos se esmurrando em um ringue de boxe improvisado, passando mesmo pelos porcos. Contudo, as possibilidades oferecidas pelo dinheiro de um grande estúdio tornam-se imediatamente evidentes na grandiosidade dos cenários e possibilidades da trama que se anuncia sem a demora habitual da maioria dos filmes. Suas limitações, todavia, vêm com o tempo, como a aparente submissão ocasional do estilo de Ritchie. Embora as seqüências de ação, marcadas pela montagem frenética e sempre eficiente que lhe é característica, transbordem dinâmica em seu jogo de acelerar e desacelerar a imagem para aumentar o impacto dramático, as cenas menos movimentadas bem poderiam ter sido conduzidas por qualquer outro diretor de mais talento. O grande orçamento — US$ 90 milhões — parece ter levado Ritchie, que dispões pela primeira vez de quantia semelhante, a uma experimentação que encontra fim em si mesma, o que resulta em cenas cujo valor é apenas visual, como a desnecessária cena do navio. Causa espécie, ainda, a didática explicação final, sempre presente nos livros devido à natureza dos casos. Dessa forma, se “Sherlock Holmes” não alcança a maestria do longa-metragem de Campbell, está a léguas de distância do arremedo audiovisual de Fuqua. Confira: Confira a arte do ilustrador grego, que já pintou cartazes de filmes de vários monstros clássicos da Universal: ![]() Crédito: Omelete Remake do clássico homônimo estrelado por Lon Chaney Jr. em 1941, “O lobisomem” (”The wolf man“) busca ressuscitar este que é o terceiro dos grandes monstros da Universal Pictures, atrás apenas de Drácula e a criatura de Frankenstein. Protagonizado pelo porto-riquenho Benício del Toro, o longa-metragem narra, assim como o original, a história de Lawrence Talbot, um norte-americano que, ao visitar as terras de seus ancestrais na Inglaterra, acaba mordido por um lobisomem. A direção é de Joe Johnston, de “Jurassic park III” (Idem, 2001) e o roteiro, de David Self e Andrew Kevin Walker. O elenco conta, ainda, com Hugo Weaving, que vive o detetive Aberline, Anthony Hopkins, como Sir. John Talbot, e Emily Blunt, na pele de Gwen Conliffe. Inicialmente marcada para 3 de abril de 2009 aqui no Brasil, a estréia nacional continua sem data para acontecer. |
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